Instantes Perdidos

Instantes que se perdem na vida rodopiante e alucinada... Instantes escritos em poesia na busca da perfeição.

quarta-feira, dezembro 22, 2004

Percorro o corpo até à Vagina...

Example

Talvez um caminho calmo sem parapeitos,
Está longe de precipícios, como o Alentejo
O caminho nada fácil, mas sem desfiladeiros,
Mas és húmida, em desejo que eu bem vejo...

Ribalta do mundo, teus cabelos em seda funda
Falésia não és, talvez sejas umas dores áridas.
Lábios pilares amorosos, abraça-me e abunda
Nascida na margem duma loucura rosada cálida.

Mordo lentamente o teu corpo, és barragem
Caí em ternura em gritos de som, boa musica
Percorro com calor o teu corpo numa viagem...

Hálito que agarra a tua pele, bafo de genica,
Tua pele é algodão, mordo para ter o sabor,
Descobri a fonte, o monte, centro do teu amor.

Assin: António Moreno

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