Instantes Perdidos

Instantes que se perdem na vida rodopiante e alucinada... Instantes escritos em poesia na busca da perfeição.

sábado, março 12, 2005

Passou um vulto cor-de-rosa...

Passa um vulto cor-de-rosa,
Da tremura onde passo a cair,
Vento que agita esta vida preciosa,
Passa essa aura dolorosa,
Rangido do sonho onde não posso fugir...
Passa um vulto cor-de-rosa,
Golpeia no instante o meu olfacto,
Devasta os sentidos mas sem me ferir,
Nuas impressões que me assolam de facto...
Ao perfume que não cesso de o sentir...
Passa um vulto cor-de-rosa,
Mas atrás da eu janela bem oculto,
Desta vez sem a timidez gostosa,
Fui olhar, admirar o vulto,
Era uma mulher tão linda cheirosa,
Quem me dera não ser menino e ser adulto,
Para me atentar à menina vestida em rosa...
E assim passou o sonho cor-de-rosa...



Assin: Artur Rebelo

4 Missivas:

  • Anonymous Anónimo, escreveu…

    hmm
    volto a repetir

    Está mui belo ,delicioso

    um beijo rose**

     
  • Blogger Lana, escreveu…

    Tão bons esses vultos...apesar de eu n gostar mt de cor de rosa :P hehe

     
  • Blogger Uma estrela errante, escreveu…

    Belo poema!

    Passa um vulto cor-de-rosa,
    Golpeia no instante o meu olfacto,
    Devasta os sentidos mas sem me ferir,
    Nuas impressões que me assolam de facto...

    Beijo

    Isa

     
  • Anonymous Lina (Mar Revolto), escreveu…

    Lindo, muito bonito..., adorei!
    Beijo

     

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