Instantes Perdidos

Instantes que se perdem na vida rodopiante e alucinada... Instantes escritos em poesia na busca da perfeição.

terça-feira, junho 07, 2005

Corpos tocando-se na noite,

Acuso o teu gosto tenso,
Porque gosto dos teus olhos
Que avivam o corpo imenso
Como encantos na alma tua,
Preciosa jóia aqui se arruma
Na dilacerada mente nua
No suor que me embrulha
Com o seu cheiro denso,
Nascido no corpo que me sustém...
Propalas teu ânimo intenso,
Aqui como além
Que sinto numa rua
Uma rua sem ninguém...
Diz-me tu se te amo?
Eu digo-te apenas... A ti chamo...
Com o meu corpo nu
Que toca teu sal
Que é meu sabor amado
Com que sinto o corpo cru
Amo-te e ao te amar,
Sinto o gosto do pecado...

Assino: Artur Rebelo

6 Missivas:

  • Blogger Uma estrela errante, escreveu…

    Gosto de beber as tuas palavras em silêncio.
    Gostei muito Poeta!

    beijo meu

     
  • Anonymous Anónimo, escreveu…

    O amor perdurará para sempre..

    *

    rose

     
  • Blogger BlueShell, escreveu…

    Lido, pleno de sensibilidade...dá gosto ler ereler...

    Beijufas, BShell

     
  • Anonymous Dora, escreveu…

    Adorei o poema! Vou passar a frequentar este blog.

     
  • Anonymous CASTOR, escreveu…

    (...) Sentes o gosto do pecado? Ai, ai, o que é que tu andas para aí a fazer, sem ser o poema, que esse ninguem te tira o mérito????

     
  • Blogger Vera Cymbron, escreveu…

    Este poema devia ter sido lido à noite, meu amigo...que calor provoca. Adoro a tua poesia em chama.
    Jinhos, vou passando para matar saudades!

     

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